das coisas que não se entende.


Sem querer não quis você
Não compareci no lugar e horário marcado
E até hoje não entendo o porquê

Sem querer, ignorei a sua procura
E, para mim, pior que escutar a batida da porta
Foi ver pela minha janela a sua partida

Não esqueço o seu caminhado e suas mãos no bolso
Naquela calçada e madrugada gelada

Senti vontade de gritar seu nome e pedir para voltar
Mas sem querer, entendi que me calar era o melhor que podia fazer

Esqueci que escrever não diminuiria a minha culpa
E nem reduziria a nossa distância

Sem ter onde guardar...
Sem querer, rasguei as fotos tiradas enquanto me lembrava de você.

3 comentários:

Marília Costa disse...

Essas coisas do coração são muito complicadas...

Donaella disse...

Uma hora chega ... ou não! Mas se sim, é caminhar, mesmo cabaleante. Uma hora o passo torna-se firme pegada de novo.
Bjs

Menina moça disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

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